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Roldão sorteará Vale Compras!!!

O Atacadista Roldão marca preseça na ExpoPizzaria 2012 sorteando Vale Compras para pizzarias cadastradas no evento. Os vales poderão ser utilizados nas lojas do Estado de São Paulo.

Mais de R$ 5.000,00 em prêmios!!!!

Não perca esta oportunidade. Cadastre-se e visite a feira.

Promoção não cumulativa.

 

 

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Melhorador de Farinha Pizza Certa – Fleischmann

Fazer pizza  ficou mais fácil. Com o Pizza Certa Fleischmann a massa de sua pizza fica mais macia, fácil de esticar e não retrai no forno, garantindo produtos mais bonitos e saborosos. Você vai sentir a diferença.

Venha conferir na Expopizzaria 2012 – www.expopizzaria.com.br

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FARINHA 101 PREMIUM PIZZA – MOINHO SANTA CLARA

A Expo Pizzaria,  dá as boas vindas à Farinha 101 Premium Pizza do Moinho Santa Clara, como a farinha oficial do evento, com apresentações e receitas exclusivas, veja a programação no site.

No dia 9 de setembro comemoraremos o dia nacional da pizza, com a confecção da GRANDE PIZZA feita com a FARINHA 101 PREMIUM PIZZA.

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Jundiai inventa novas pizzas e surpreende

Conheça os finalistas do concurso ‘Melhor Pizza de Jundiaí’ e suas deliciosas variações para a ‘redonda’.

A ousadia da nova geração de pizzaiolos  jundiaienses não tem limite. E isso ficou provado nesta segunda-feira (23). Acreite: tem gente misturando queijo gorgonzola com pera e calda de geleia de frutas vermelhas. Outros, palmito ao vinho com camarão e requeijão. Ou tirando o glúten da massa. E ficou uma delícia essas três diferentes apostas.

Esses são alguns dos ingredientes usados nas receitas finalistas da Melhor Pizza de Jundiaí, escolhida em duas categorias. Levou o prêmio Gourmet Cássio Murilo Mathias de Oliveira, e o Profissional, Ad Emerson de Almeida, da Pizzeria Verace Napoletana.

 

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O Queijo no Brasil, uma tradição a ser preservada

Com um volume produtivo ligeiramente inferior ao da Holanda, o Brasil ainda tem um consumo de queijo per capita muito baixo, cerca de 4,0 kg, considerando-se sua numerosa população. Esse consumo é 20% inferior ao consumo dos países desenvolvidos, o que indica um enorme potencial para as indústrias de queijo do país.

Para chegar às quase 770 mil toneladas de produção anual de hoje, um volume digno de nota, a história dos queijos brasileiros passou por fases distintas: Embora o Brasil tenha sido descoberto e colonizado por portugueses, povo que já possuía uma cultura queijeira, a produção de queijos por aqui começou muito devagar e, de forma esparsa, situação que perdurou até o final do ciclo da mineração do ouro em Minas Gerais. A principal razão desse atraso residia no fato dos produtores evitarem sacrificar os animais para a produção do coalho necessário, esperando a oportunidade de ter estômago de porcos, tatus, cervos e outras espécies de animais. Claro que o resultado saia diferente a cada tipo de coagulante utilizado.

Somente depois de 1870, com a chegada de vacas da raça holandesa em uma área apropriada para a produção de leite, na serra da Mantiqueira, mais precisamente na vila de Palmyra, (hoje Santos Dumont) é que o queijo passou a ser considerado como uma boa opção para o escoamento do excesso de leite que começava a se verificar por aqueles lados.

Foi então que um comerciante português que vivia na região decidiu convidar dois queijeiros holandeses para iniciar a produção do queijo Edam, que costumava ser exportado da Holanda ao Brasil via Portugal, por isso era conhecido como Queijo do Reino. Após várias tentativas sem sucesso, eles acabaram chegando a um bom resultado e assim nasceu o nosso Queijo do Reino.

Inicialmente, eles eram embalados em latas e enviados para os mercados em São Paulo e Rio de Janeiro e também para Recife. A distância do centro de produção das três principais cidades do país provocava uma maturação complementar, quase sempre em temperatura ambiente. Este processo involuntário acabou transformando o queijo brasileiro em um queijo diferente do original holandês e, para muitos, com um gosto superior ao original.

O curioso é que este queijo ainda utiliza as latas como embalagem, e é difícil convencer os clientes e consumidores que hoje elas não são mais necessárias.

Um pouco antes, nas regiões da serra da Canastra e do Serro, a produção dos queijos artesanais conhecidos como Queijo Minas ganhava cada vez mais importância fora das zonas de origem e hoje, mesmo com as restrições injustamente impostas pelo Ministério da Agricultura, continuam sobrevivendo e exercendo uma grande atração sobre uma multidão de apreciadores desses chamados queijos de “terroir”.

Em 1920, uma pequena onda de imigrantes dinamarqueses chegou ao porto do Rio de Janeiro à procura de um lugar apropriado para a produção de queijos. Eles descobriram o sul de Minas Gerais, onde começaram a produzir queijos inspirados nos originais dinamarqueses, mas adaptados às condições brasileiras. Entre outros, eles criaram o queijo Prato, o Bola, o Estepe e até o Minas Padrão. Esses pioneiros dinamarqueses deixaram uma grande contribuição para a indústria de queijos no Brasil ao difundir uma cultura empresarial ligada à gestão de laticínios, que permanece até hoje.

Autor – Jair Jorge Leandro – Especialista em Queijo

http://www.latscala.com.br/site/produtos/queijos/

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PASTEL DA MARIA – SEJA UM FRANQUEADO

Kuniko Yonaha, a Dona Maria, desde os 14 anos trabalha com pastéis. Por volta dos 22, ela passou a chamar a sua barraca de ’Pastel da Maria’

O popular pastel de feira, uma das instituições da cidade de São Paulo, ganhou status de celebridade no mundo do empreendimento com a expansão da rede ‘Pastel da Maria’, criada, administrada e gerida no dia a dia pela microempresária japonesa Kuniko Kohakura Yonaha. Sua barraca, que se tornou famosa em feiras-livres como a do Pacaembu, bairro de classe média alta da capital paulista, foi eleita por duas vezes nos últimos três anos como tendo “o melhor pastel de São Paulo”, em concurso promovido pela prefeitura. O prêmio, que é resultado de eleição direta dos consumidores, foi concedido em 2009 e 2011 – sendo que em 2010 ela ficou em segundo lugar.

O reconhecimento público teve efeitos práticos no negócio. Em 2010, foram abertas as atuais duas unidades físicas do Pastel da Maria. A primeira aconteceu “meio por acaso”, como conta Kuniko. “Fazia os pastéis em casa, mas comecei a não dar conta por causa da demanda. Então, aluguei um salão no bairro da Casa Verde, que serve como fábrica. Na frente, coloquei uma banca de pastel. Não achei que a procura fosse ser tão grande”, diz.

A previsão é de que até o fim do ano serão inauguradas as primeiras franquias do Pastel da Maria. As unidades já têm endereço: a primeira – com abertura prevista ainda para este mês – na Barra Funda e a segunda, em Perdizes.

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Especial para o Terra

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